Ataques cibernéticos são uma ameaça real às empresas. O roubo de informações pode expor dados sigilosos e comprometer toda a segurança da rede. Portanto, você deve proteger até mesmo as tarefas mais corriqueiras do mundo corporativo, como a troca de e-mails. Sim, eles continuam sendo uma importante via de entrada para vírus e malwares.

Por que e-mails corporativos causam brechas na segurança

Claro que existem boas práticas para evitar ameaças on-line. Por exemplo, não se deve abrir um arquivo ou link suspeito. Acontece que a ação dos criminosos virtuais está cada vez mais sofisticada. Ou seja: ainda que se tomem os devidos cuidados, a rede pode estar sujeita a invasões. Isso acontece porque:

1.Há uma variedade enorme de ataques circulando pela internet

Todos os dias, computadores do mundo inteiro são “bombardeados” por códigos maliciosos. A maior parte é prontamente identificada pelos sistemas de firewall e antivírus. Contudo, algumas novidades acabam passando despercebidas.

Além dos malwares totalmente novos, existem os “seminovos”, digamos assim. São aqueles que receberam leves modificações apenas para burlar as tecnologias de segurança. Um exemplo é o Gandcrab ransomware, que dominou o noticiário internacional no início de 2018. Foram registradas 15.071 variantes desse ataque num período de três meses.

2.Os códigos das ameaças conseguem burlar sistemas de segurança

Todo mundo que lida com equipamentos de informática deveria saber: abrir um anexo esquisito, sobretudo se for um arquivo executável (.exe), é praticamente uma garantia de máquina infectada. No entanto, os criminosos conseguem incluir sequências em Java ou VBScript dentro de documentos aparentemente inofensivos, como um PDF.

Dessa forma, um código bem simples passa por qualquer filtro de e-mail e consegue atingir o alvo, instalando-se no computador. Para resolver esse problema, a solução é recorrer a tecnologias como o CDR (Content Disarm & Reconstruction). Esse procedimento “descontrói” o arquivo, remove o conteúdo malicioso e o “reconstrói” para um uso seguro.

3.Os cibercriminosos entendem como os usuários se comportam

Justamente porque os usuários desconfiam de extensões estranhas, os cibercriminosos vêm recorrendo a maneiras sutis de espalhar malwares. É o caso do já citado código incorporado a um documento em PDF. Porém, existem fraudes ainda mais elaboradas, como fazer-se passar por uma pessoa de confiança.

Os golpistas fingem ser o dono da empresa, um alto executivo ou um fornecedor. Assim, conseguem obter informações confidenciais e até capitalizar em cima disso. Geralmente, é mais difícil notar que algo está errado. Um endereço de e-mail falso, por exemplo, pode ser muito convincente – talvez apenas troque a letra I pelo número 1.

FortiMail 6.0 confere segurança à troca de e-mails

A Fortinet, líder em segurança de rede, possui uma solução específica para e-mails corporativos. O FortiMail 6.0 se integra a outras aplicações, garantindo proteção total para a empresa. O produto conta com tecnologia CDR, bem como técnicas avançadas de análise para identificar fraudes. Trata-se de uma das opções mais avançadas do mercado.

Aqui no blog, já falamos sobre como a Fortinet pode elevar a segurança de rede a um novo patamar. Vale a pena conferir! Em seguida, aproveite para entrar em contato com a NetFive e solicitar um orçamento. Temos as soluções de TI mais adequadas para o seu negócio.

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