Toda organização, não importa o tamanho, corre risco de sofrer um ataque cibernético. No entanto, essa ameaça tem crescido preocupantemente entre micro e pequenas empresas. Isso se dá porque os empreendimentos são alvos fáceis, já que usam soluções de segurança menos sofisticadas e incorrem em práticas inadequadas.

A Cisco, uma das mais importantes companhias de tecnologia do mundo, compilou dados sobre o assunto no 2018 Security Capabilities Benchmark Study. A pesquisa envolveu em torno de 3,6 mil respondentes em 26 países. A seguir, saiba mais sobre os resultados do estudo e entenda como proteger seu negócio.

Pequenas empresas e os ataques cibernéticos

De acordo com o relatório da Cisco, 54% dos ataques digitais causam danos que ultrapassam os US$ 500 mil. Eles incluem perda de renda, de clientes e de oportunidades de mercado – além, é claro, dos custos para reaver equipamentos. Se as somas já impactam as operações de grandes players, imagine o baque sentido pelos “peixes pequenos” do aquário. É praticamente um atestado de falência.

Outro problema relacionado às brechas de segurança é a perda de produtividade (e, consequentemente, de faturamento). Em decorrência dos ataques, o sistema pode ficar completamente travado. Cerca de 40% dos participantes alegaram ter tido ao menos oito horas de inoperância no último ano, devido a esse tipo de falhas.

A Cisco registra números semelhantes em corporações com 500 ou mais funcionários. A diferença é que, nesses casos, as equipes costumam ter mais recursos para resolver o problema e recuperar o ritmo de produção.

O relatório de benchmark revelou, ainda, o percentual de empresas afetadas por uma brecha crítica de segurança no último ano. Foram 39% dos respondentes. A questão é que micro e pequenas empresas dificilmente têm uma rede robusta. Seu core system é interconectado, de forma que um único vírus pode infectar todas as máquinas em pouco tempo.

Segurança de dados para micro e pequenas empresas

Os entrevistados para o estudo também elegeram suas principais preocupações, no que diz respeito à proteção da rede. Eles se mostraram atentos ao problema do phishing, esquema que rouba informações dos usuários. Para driblá-lo, as pessoas devem evitar comportamentos nocivos. Ainda hoje há colaboradores que abrem sites e e-mails suspeitos

Outra prática citada foi o ransomware. Nessas situações, os criminosos digitais “sequestram” dados sigilosos e ameaçam revelá-los, a menos que seja pago um “resgate”. Alguns empreendedores chegam a bancar esse valor, pois o consideram um preço razoável para retomar as operações normais.

Não bastasse a conivência, há gestores que simplesmente não entendem como os sistemas de segurança funcionam. Eles acreditam que um firewall ou um antivírus são suficientes para bloquear invasores. Com a sofisticação dos ataques, já não é mais assim.

Há quem procure reforçar o monitoramento da rede com mais de um programa. Porém, soluções de fabricantes diferentes podem entrar em conflito entre si.

Em resumo, mesmo as pequenas empresas precisam investir em proteção de dados, mas da maneira certa. Essa medida abrange o treinamento das equipes, que devem deletar quaisquer anexos desconhecidos, bem como observar casos suspeitos. Junto a isso, vem a adoção de uma solução integrada, capaz de atuar em todas as frentes e antecipar-se aos novos vírus e malwares que surgem no ciberespaço.

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