Os ataques cibernéticos estão ficando mais sofisticados. Como resposta a essas ameaças, sua empresa precisa encontrar soluções de TI que protejam a rede sem comprometer a performance. Confira detalhes do relatório de cibersegurança 2018 da Cisco e veja como podemos lhe ajudar.

Criptografia também oculta ação de malwares

A Cisco Systems, uma das companhias de hardware de rede mais importantes do mundo, realiza esse levantamento todos os anos. A cada edição, o público recebe atualizações sobre os perigos que rondam a internet – e como evitá-los.

Na publicação mais recente, um dos destaques é a evolução do malware. Programas maliciosos, que contaminam computadores e roubam informações, vêm se tornando cada vez mais difíceis de se combater. Isso porque eles usam tecnologias que, em princípio, deveriam reforçar a segurança dos usuários.

Estamos falando da criptografia. Em linhas gerais, trata-se de uma alternativa para garantir a confidencialidade e a integridade dos dados que circulam nos sistemas de comunicação. Até mesmo um leigo sabe que as mensagens do Whatsapp são criptografadas, o que impede terceiros de interceptá-las no meio do caminho.

Ocorre que os criminosos digitais também conhecem essas vantagens. Por isso, o tráfego mal-intencionado tem crescido. Os agentes utilizam a criptografia para ocultar as atividades, escapar do sandboxing tradicional e, assim, causar mais danos ao alvo.

Segundo estudo citado pela Cisco, 42% das empresas passaram por ataques DDoS em 2017. Em geral, os picos recorrentes duraram apenas alguns minutos, mas o suficiente para causar transtornos.

Nuvem e IoT demandam novas soluções em segurança

Outra constatação do relatório anual de cibersegurança 2018 diz respeito aos perigos internos. Afinal, muitas brechas na segurança das organizações ocorrem devido à imprudência de alguns usuários. O download de documentos suspeitos ainda está entre os problemas apontados.

E a tendência é que os perigos continuem. Daqui para a frente, a computação na nuvem se tornará cada vez mais popular. A onipresença da internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) também será uma realidade. Ou seja, mais equipamentos estarão interconectados e precisarão acessar a rede.

O uso dos smartphones é um exemplo evidente. Hoje em dia, é raro encontrar alguém que não utilize o celular no trabalho, certo? No entanto, os dispositivos móveis são, infelizmente, os mais difíceis de defender, de acordo com a pesquisa da Cisco.

Além da maior quantidade de máquinas conectadas, cresceu bastante o volume de dados que precisam ser processados. Por conta disso, os grandes players do mercado estão adotando o machine learning e a inteligência artificial. São maneiras de automatizar e agilizar a análise de padrões incomuns de tráfego.

Em resumo, os sistemas de monitoramento mais eficazes são os que vão ao encontro dessas demandas. É necessário optar por tecnologias que impeçam ataques e, ao mesmo tempo, não diminuam o desempenho dos equipamentos. Uma estrutura de TI sadia une segurança e eficiência.

Quer se aprofundar nos resultados do relatório da Cisco? Clique aqui.

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