A área de Tecnologia da Informação dentro de uma empresa é lembrada, principalmente, quando surge algum problema, como o aquecimento de um servidor ou a queda de internet, e é preciso “apagar algum incêndio”. Claro que estar pronto para resolver este problema é essencial, mas o ideal é garantir que esses problemas nem mesmo ocorram, a fim de evitar o tempo inativo ou o downtime. Assim, é cada vez maior empresas que investem em monitoramento 24 horas, interno ou terceirizado. Esta segunda modalidade garante, normalmente, menor custo para a empresa e dedicação maior da equipe interna para focar no negócio.

Estudo da Forrester, consultoria norte-americana, realizado com profissionais de TI, aponta que mais de 30% dos entrevistados passam por problemas de indisponibilidade diariamente, mais de 40% levam entre uma hora e uma semana para identificar a raiz de um problema nos serviços de TI e 60% costumam envolver entre quatro e dez funcionários na solução do problema. Ou seja a indisponibilidade custa tempo e dinheiro para todas as organizações. Uma queda no serviço S3 da Amazon, por exemplo, em fevereiro deste ano, gerou um prejuízo estimado de $160.000,00. Já o Google, após uma indisponibilidade de apenas 5 minutos sofreu uma queda de 40% do tráfego da internet global.

De olho no longo prazo

O NOC (Network Operations Center) ou Centro de Operações de Rede mantém a infraestrutura de TI ativa em tempo integral. Além de evitar prejuízos importantes para a companhia o monitoramento do ambiente de TI também garante investimentos certeiros. Observando o dia a dia da estrutura é possível prever demandas futuras e, assim, investir em recursos específicos, como por exemplo, memória e cpu.

 

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